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quinta-feira, 17 de outubro de 2013

ENERGIA ELÉTRICA

Dicas práticas para economizar energia elétrica




Utilize lâmpadas mais econômicas 
Use a luz natural, através de claraboias, grandes aberturas, iluminação zenital, prateleiras de luz, etc. Coloque as mesas de trabalho e de leitura próximas às janelas;
Pinte os ambientes de cor clara, especialmente os tetos, que refletem e espalham a luz pro todo o ambiente;

Use fotocélulas nos ambientes externos, assim as luminárias só acendem à noite (como nos postes de iluminação pública);
Nos corredores, escadas e outros locais de passagem, onde não há longa permanência de pessoas, instale temporizadores ou sensores de presença embutidos em lâmpadas;

Utilize dimerismo, que controlam a intensidade da luz (além de economizar, ainda pode criar um clima na casa!);

Mantenha os lustres e globos transparentes bem limpos, assim não vai gastar energia à toa;

Não deixe as luzes acesas em ambientes onde não tem ninguém;
Compre equipamentos com o selo Procel de Economia de Energia, de preferência da Categoria A;
Instale um sistema solar de aquecimento de água .
Mantenha limpos os filtros dos condicionadores de ar e evite deixar o aparelho ligado quando o ambiente estiver desocupado;
Não instale fogão e geladeira lado a lado, pois um atrapalha o desempenho do outro;
Não forre as prateleiras da geladeira, isso dificulta a passagem do ar, gastando mais energia;
Evite usar equipamentos de alto consumo, como ferro de passar roupa e chuveiro elétrico, nos horários de pico;
Para subir 1 ou 2 andares, evite o elevador, procure usar a escada, contribuindo também para sua saúde.

LEMBRETE
    O Horário de verão que encerra dia 16 de fevereiro não resolveu o probelma da falta de energia ,pois em alguns estados sofreram com apagões
O principal objetivo do horário de verão é aliviar as redes de transmissão de energia nos períodos do dia em que o consumo é mais intenso, principalmente das 19h às 21h. Nos últimos dez anos, a medida possibilitou uma redução média de 4,6% na demanda por energia no horário.
A estimativa é que neste ano a economia proporcionada pelo horário de verão chegue a R$ 400 milhões, relativos ao acionamento de térmicas. 
Segundo o Ministro  de Minas e Energia, Edison Lobão, disse nesta segunda-feira (3) que é “zero” o risco de faltar energia no país, por conta da falta de chuvas e queda no nível dos reservatórios de hidrelétricas. Ele anunciou, porém, que o governo já estuda novas medidas para evitar que a conta pelo maior uso das usinas térmicas e devido à alta no valor da energia seja repassada de uma vez aos consumidores. "Estamos com mais de 40% [de armazenamento de água] nos principais reservatórios e não enxergamos nenhum risco de desabastecimento de energia. Risco zero”, disse Lobão após participar da cerimônia de posse de novos ministros, no Palácio do Planalto, em Brasília.
De acordo com o último levantamento do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), no domingo (2) os reservatórios do Sudeste e Centro-Oeste registravam armazenamento médio de 39,98%. As hidrelétricas dessas duas regiões são responsáveis por cerca de 70% da produção de energia no país.

Esse nível de armazenamento de água é bem próximo do verificado na mesma época do ano passado, quando também surgiram preocupações sobre o risco de faltar energia no Brasil – sempre negado pelo governo – e também quanto à alta na conta de luz.

Lobão disse que o governo acompanha “muito de perto” os principais reservatórios do país. Segundo ele, porém, a situação neste ano é melhor que a do ano passado, quando a falta de chuvas também fez o armazenamento de água dessas represas caírem aos mais baixos níveis em anos.

Alta na conta de luz
Em situações como essa, de chuva abaixo do esperado, são acionadas as usinas termelétricas para poupar água dos reservatórios e evitar que aumente o risco de faltar energia durante a época de seca (inverno). Isso já vinha sendo feito desde o final de 2012, mas o governo esperava que, com uma boa quantidade de chuva neste verão, o uso das térmicas seria menor a partir de 2014.

Como essa previsão não se confirmou, a geração pelas usinas termelétricas continua alta. Mas essa energia produzida por elas é mais cara devido ao uso de combustíveis (óleo, gás), e a conta é repassada aos consumidores.

Para agravar essa situação, a falta de chuvas também elevou o preço da energia no mercado de curto prazo, que nesta semana está sendo vendida ao preço recorde de R$ 822,83 o megawatt-hora (MWh). Essa alta afeta distribuidoras que não têm energia suficiente para atender a seus mercados - e a conta também vai para a tarifa.

De acordo com Lobão, o governo já estuda uma “solução semelhante” à adotada no ano passado para evitar o repasse automático desse custo bilionário (pelo uso das térmicas e pela alta no preço da energia), que tem potencial para causar grandes aumentos na conta de luz.

Para evitar isso, o governo decidiu bancar no primeiro momento, com verba do Tesouro, os gastos com termelétricas, que deveriam ser pagos pelas distribuidoras. E, ao invés de repassar a conta de uma vez aos consumidores, decidiu parcelá-la em até 5 anos. Mais com tantas reservas porque ainda estão existindo apagões em varias cidade que o uso e o calor intenso como Rio de Janeiro vem acontecendo? e Solicita a população economizar mais. O Ministro responde sobre os apagões foi três redes de transmissões que transportam energia da hidrelétrica de Itaipu. Foram elas: duas linhas entre os municípios de Ivaiporã (Paraná) e Itaberá (São Paulo) e uma terceira entre Itaberá e Tijuco Petro (em São Paulo). Os estados atingidos pelo apagão foram Rio  de Janeiro, Espirito Santo,  Parte de São Paulo, Minas Gerais, os estados brasileiros que não sofreram o apagão foram praticamente todos do nordeste. que deram pane na horário que muito se utilizaram ,pelo calor muito intenso. o Uso de ar condicionados e ventiladores etc.

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