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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

LOJA VIRTUAL



                                                           Compras pela internet     


No mundo inteiro se tem o hábito de adquirir produtos e serviços pela internet, mas ainda deixam de lado algumas medidas capazes de evitar possíveis problemas.

  A facilidade desta dinâmica e praticidade, cada vez mais aumenta o hábito das compras virtuais somos atraídos pelos preços , mais ainda existe a preocupação da dúvida em relação a entrega, a segurança de pagamentos. Aqui venho trazer algumas dicas essenciais:

  Ao efetuar seu pagamento pela internet ,os internautas prefere utilizar o cartão de crédito ou de débito,em vez de opção como boleto e transferência bancária.Mas, ao digitar os dados do cartão no espaço indicado,37% deles não verificam se as páginas têm certificado de segurança emitido por empresas autorizadas . Site Blindado e Certisign são algumas delas. Já evitar o uso de um computador público, como o de uma lan house ,e uma medida de proteção adotada por 83% dos respondentes. O antivírus é usado por 81% deles , enquanto 72% confere se a conexão é criptografada.Para apostar nessa última alternativa,que garante a proteção dos dados fornecidos, verifique se o endereço do site começa com "https". Vale destacar que, em nosso País,27% das pessoas se sentem inseguras em fazer compras on-line .Esse receio está atrelado a possibilidade de fraude e roubo de informações, entre outros motivos.

 Ad lojas Virtuais cai de vez no gosto do público.Só 4% dos da pesquisa nunca utilizaram as páginas da web para adquirir algo.Em contrapartida,9% já fizeram isso em algum momento,e a maioria,87% ,obteve algum objeto de desejo ou necessidade pela internet, e nos últimos 12 meses. Os eletrônicos foram  mais procurados 72% em segundo lugar com 46% os eletrodomésticos .Outro item que atraem estes novos consumidores são os design facilidade de uso e boa qualidade, além dos preços claro.

   Cada vez mais as Lojas Virtuais, atende as exigências deste novo público, que vem crescendo cada vez mais, atende a troca, atende a devolução em dinheiro pois a defesa do consumidor garante o prazo de 7 dias para devolução tanto da mercadoria em troca, ou em valor (especieis).

    Última dica: ao contratar a loja veja opinião pública no site da própria loja virtual, o índice de satisfação dos consumidores e os motivos das quixas, se as quixas forem ocasional não muito agressivas, pois nenhum empresa vai conseguir atingir 100% de satisfação tem sempre um cliente complicado, insatisfeito com algo. Observe os índices e decida comprar, a forma de comprar mais segura é mesmo cartão de crédito pois elas podem bloquear o pagamento da loja, reter seu repasse, caso não ocorra a entrega no prazo determinado,estornam o pagamento.

                            SITES ESTRANGEIROS TAMBÉM É OPÇÃO

Já faz parte do hábito brasileiro utilizar estes sites para efetuar suas compras.Nos últimos 12 meses,30% dos respondentes adquirir algo em páginas estrangeiras. Antes de fazer a compra ,verifique se o site possui representação em nosso país.Caso contrário,ele não é obrigado a seguir as normas brasileiras, se houver algum problema não há como aciona-lo, pois os direitos existe para cada pais. .
             Primeiramente, é importante que o consumidor fique atento às orientações da Receita Federal, que instituiu um regime de tributação simplificada (RTS) para as compras realizadas pela internet em sites de empresas situadas no exterior. As compras estão limitadas à U$ 3.000,00 (três mil dólares)e estão sujeitas a tributação de 60% sobre o valor do produto descrito na fatura comercial. Medicamentos transportados pelo correio e destinados à pessoa física,além de livros, jornais e periódicos impressos em papel estão isentos. Compras de valor inferior à US$ 50,00 (cinqüenta dólares) também estão isentas, desde que sejam transportadas pelo serviço postal e que o remetente e destinatário sejam pessoas físicas. Mas qual seria a lei aplicável?

                O Art. 9º, §2º da Lei de Introdução ao Código Civil indica como
aplicável a lei do país em que residir o proponente da obrigação, o que acarretaria na aplicação da lei estrangeira, do país do fornecedor.   Tanto o ajuizamento da ação no exterior quanto a aplicabilidade da lei estrangeira são alternativas para que não se desestimule o incremento do comércio eletrônico. Se os fornecedores tiverem que observar a lei de cada país em que um consumidor em potencial esteja presente, isso desestimularia sobremaneira o comércio eletrônico internacional e tornaria a atividade demasiadamente onerosa. No entanto, é preciso considerar que as normas do Código de
Defesa do Consumidor brasileiro possuem natureza de ordem pública, o que autoriza que se afaste a aplicação da legislação estrangeira e que, à guisa de se proteger o consumidor brasileiro, aplique-se a legislação consumerista nacional (Art. 17 da Lei de Introdução ao Código Civil). Ocorre que, na prática, mesmo que o fornecedor estrangeiro sejacondenado pela Justiça brasileira a indenizar um consumidor brasileiro, a sentença só produzirá efeitos no país estrangeiro depois de observados os
requisitos previstos na legislação estrangeira para sua internalização. Há que se observar que o juiz brasileiro não pode, por exemplo, determinar a penhora de bens sem que haja autorização do país estrangeiro. Assim, as demandas contra fornecedores estrangeiros, além de dispendiosas, carecem, muitas vezes, de efetividade.O ideal seria que as regras para tutela do comércio eletrônico internacional fossem uniformizadas através de uma regulamentação que agregasse o maior número de países. A Europa, através do direito comunitário, já possui algumas regulamentações, como a Diretiva 2000/31 ou Diretiva do Comércio Eletrônico. O Brasil já sugeriu ao Comitê Jurídico Internacional da
Organização dos Estados Americanos (OEA) a inclusão do tema “Proteção ao consumidor no comércio eletrônico” no âmbito de uma Convenção Interamericana de Direito Internacional Privado (CIDIP - VII), mas a proposta ainda vem sendo debatida pelos estados membros. Diante deste panorama, o consumidor deve ter em mente que, em caso de problemas com uma compra efetuada em um site estrangeiro, as alternativas jurídicas ainda são controversas. Portanto, para evitar transtornos, é importante que o consumidor informe-se sobre a confiabilidade do site e sobre os prazos e procedimentos oferecidos pela empresa estrangeira, a fim de que a segurança da compra não seja, também, virtual.

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